Labirinto

Aqui estou novamente. Tento não pensar no que será depois de amanhã.  Tenho convicção de que nada será resolvido. Ou talvez tudo seja resolvido num passe de mágica. Vejo que estou sozinha e luto para continuar minha trajetória. Acredito que peguei um atalho e agora quero voltar. Mas encontro o caminho fechado. Parece que não tem saída. Estou num labirinto em que não consigo sair. Tento um caminho e está fechado. Tento outro, mas também não tem saída. O caminho é muito difícil e escorregadio. Tenho medo de cair e não conseguir levantar. Sigo em frente sem desistir. Olho para outro caminho que eu não conhecia. Será que conseguirei sair algum dia? Acredito que sim. Minha força de vontade não me deixa desistir. Vou tentar novamente. Esse caminho é mais longo, mas também muito perigoso. Minha vontade de sair cresce a cada dia. Hoje vejo caminhos diferentes. Possibilidades não imaginadas. Deve ser por aqui, penso. Só pode ser...



 Escrito por Mel às 12h01
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Sexta-feira

Finalmente a sexta-feira chegou. Espero que o tempo melhore. Hoje vou até o Shopping Eldorado pegar uma calça que comprei.

 Escrito por Mel às 10h46
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Quem cala consente

Na vida nós temos que nos calar ou falar o que pensamos?  É importante alguém se levantar e dizer que não concorda. Acredito que discordar faz parte. Somos diferentes uns dos outros. Temos culturas e pensamentos opostos. Não precisamos entrar em guerra por isso. Mas também não podemos aceitar tudo e engolir o que vier. Não temos que nos conformar com as situações que nós vivemos. O conformismo demais faz mal. Não nos faz agir. E agir leva a mudanças. Mudanças nem sempre são ruins, muito pelo contrário. Mesmo que tenhamos que pressionar para isso. Mas tem que ter o que chamamos de política. Para agir de forma correta ou evitar mal-entendidos. Pode demorar, mas a mudança chega. Fazer aliados é sempre bom e útil. E nos ajuda a alcançar nossos objetivos mais rapidamente. Existem pessoas que estão de olho em nossas atitudes. Se agirmos de maneira positiva iremos colher bons frutos também.



 Escrito por Mel às 13h52
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Par de chifres

Veja que interessante!

 

© Alexandre Carvalho
© Alexandre Carvalho
De onde vem a expressão "par de chifres"?
Por Beatriz Nogueira

Ao que parece, a expressão é tão antiga quanto o hábito. Os estudos etimológicos levam à cidade de Éfeso, no século 2, onde o grego Artemidoro citou o termo kérata poiein, que significa "fazer corno a, enganar um marido".

Quer dizer, os gregos já eram cornos há centenas de milhares de anos.

"A conexão entre chifres e maridos traídos é tão antiga que não se tem referência exata da sua origem", diz o dicionarista Paulo Geiger, que já coordenou a produção de dicionários como os de Aurélio Buarque de Holanda e Antônio Houaiss e da Enciclopédia Barsa.

O mais provável é que a expressão tenha aparecido por analogia. As fêmeas de animais chifrudos (carneiro, touro, bode) vivem ao redor de um macho único, o líder. Quando esse macho perde a fidelidade de uma delas, ele se torna brigão e ciumento e coloca os chifres em posição de ataque, partindo para cima de todo mundo.

É o mundo animal explicando a natureza humana...



 Escrito por Mel às 18h38
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Voltei

Depois de um longo silêncio estou de volta. Ando trabalhando demais. Mas já estou me preparando para o feriadão. Vou ficar os 4 dias de folga. Quero viajar para a praia e, se São Pedro permitir, torrar no Sol.

Agora é contagem regressiva. oba!



 Escrito por Mel às 18h17
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A Ostra e o Vento - Chico Buarque

Vai a onda
Vem a nuvem
Cai a folha
Quem sopra meu nome?
Raia o dia
Tem sereno
O pai ralha
Meu bem trouxe um perfume?
O meu amigo secreto
Põe meu coração a balançar
Pai, o tempo está virando
Pai, me deixa respirar o vento
Vento

Nem um barco
Nem um peixe
Cai a tarde
Quem sabe meu nome?
Paisagem
Ninguém se mexe
Paira o sol
Meu bem terá ciúme?
Meu namorado erradio
Sai de déu em déu a me buscar
Pai, olha que o tempo vira
Pai, me deixa caminha ao vento
Vento

Se o mar tem o coral
A estrela, o caramujo
Um galeão no lodo
Jogada num quintal
Enxuta, a concha guarda o mar
No seu estojo
Ai, meu amor para sempre
Nunca me conceda descansar
Pai, o tempo vai virar
Meu pai, deixa me carregar o vento
Vento
Vento, vento



 Escrito por Mel às 13h57
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Construção - Chico Buarque

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acbou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho seu como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contramão atrapalhando o sábado


 Escrito por Mel às 13h54
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A menina má

Margarete era uma moça muito feliz. Mas sua felicidade um dia acabou. Ela conheceu uma menina muito má. Essa menina não tinha o menor respeito pelas pessoas e muito menos com a sua família. Era uma menina muito invejosa e gananciosa. Ela não conseguia ver Margarete feliz. Ficava morrendo de raiva. Margarete tinha muitos amigos e todos gostavam muito dela. Sempre ouvia elogios. Mas um dia ela conheceu essa menina má. A menina má falava mal dela para seus amigos e eles foram se afastando. Margarete não sabia o que estava acontecendo e ficou muito, muito triste. Teve que fazer terapia e achava que o problema era com ela. Mas um dia descobriu o que a menina má fazia. Margarete nunca entendeu porque a menina má não gostava dela. Porque a menina má fazia essas coisas com ela. Ela nunca descobriu. Não sabia se a menina má fazia isso só porque tinha inveja ou queria tomar o seu lugar de “queridinha das pessoas”. Margarete não suportou mais ser mal tratada, pisada e humilhada pela menina má e foi embora. Foi embora para um lugar muito distante, onde nunca mais soube da menina má e pode refazer a sua vida. Arrumou outro emprego e amigos. Pessoas boas que gostavam muito dela. E nunca mais ouviu falar na menina má.



 Escrito por Mel às 11h13
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Que inveja!

Olhe para essas pinturas. A artista tem apenas 4 anos. Seu nome é Marla Olmstead. Que inveja! Será que um dia eu chego lá ou só nascendo de novo?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 Escrito por Mel às 17h38
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Esperança é a última que morre

Sônia fez um pedido para seu amigo, ele era o único que poderia ajudá-la. Esse pedido é muito importante para ela e pode até mudar sua vida. Ele disse precisava de um tempo para pensar no assunto e daria uma resposta até o final da semana. Mas Sônia era muito, muito ansiosa. Ficou tremendo só de pensar em ter que ir até a mesa do amigo para pedir esse favor.  Não sabia qual seria a reação do amigo, pois o assunto era delicado. Ela pensou muito antes de falar com ele. Foi até a mesa dele e falou. Mediu as palavras, tom de voz. Ela estava preocupada. O que ele pensaria dela? Será que ele iria entender os motivos de seu pedido? Tomou fôlego e foi. Medindo as palavras ela explicou a situação. Ele entendeu e ofereceu uma possibilidade muito positiva. Ela ficou aliviada e feliz. Mas o fim da semana nunca passava.  E sua ansiedade também. Toda vez que ele levantava e ia até a sua direção, seu coração disparava. É agora, ela pensava. E nada. Ele passava direto e ia falar com uma colega que se sentava atrás dela. As horas passavam e sua ansiedade aumentava. Vou ter um troço se eu não conseguir me controlar. Será que vou até ele e pergunto se tem alguma resposta? Mas falta mais um dia, melhor esperar? Será que ele se esqueceu de mim? Não é possível. Ele não faria isso. Vai ver ainda não tem uma resposta pra mim, pensava ela. Sônia não sabia lidar com essa situação. Sempre ficava nervosa antes de uma prova decisiva na escola, antes de uma entrevista de emprego. Até dor de barriga sentia! Não dava para controlar tanta ansiedade e aflição. Quer horror! Não posso continuar assim, pensava. Mas nada adiantava. Sua melhor amiga dizia para ela esperar. Mas tava difícil, muito difícil. Sua vontade era ir lá e perguntar logo. Assim acaba de uma fez com essa angústia. E se fosse um não? Como seria sua reação? Pensava que poderia ter uma crise de choro. Uma explosão de ódio. Ou apenas ficaria aliviada por tudo ter acabado. Mas ela não foi. Ficou lá parada com o coração disparado. Sentada em sua mesa esperando a semana acabar.



 Escrito por Mel às 12h05
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Nós evoluímos

Muitas coisas são como elas devem ser e outras não são como deveriam. Até que ponto nós mandamos na nossa vida? Será que a nossa vida é uma escolha nossa? Imagino se eu fosse rica. Que vida levaria? Teria carrão do ano? Motorista particular? Ou fundaria uma ONG para ajudar quem precisa? Talvez não sofreria o que eu sofro hoje. Estaria a essa hora em minha confortável mansão saboreando um delicioso café preparado pela minha empregada. Seria uma vida feliz? Talvez sim. A gente trabalha por que quer conforto. Nós trabalhamos para gastar e fazer os ricos mais ricos enquanto que nos tornamos pobres. Afinal, se eu não consigo juntar dinheiro não acumulo riqueza, não é? Trabalhamos para sobreviver, pois não conseguimos mais viver na selva.  Natureza não possuímos mais. É estranho imaginar nossa vida sem iluminação, sem nossa casa, sem supermercado e shoppings. Sem trabalhar em uma grande empresa em frete ao computador. Fico imaginando até que ponto nossa evolução foi uma evolução. O homem das cavernas conhecia o estresse? Poluição ou mesmo o conforto? Acredito que não. Ele também não sentia na pele o efeito estufa. Não morria de câncer de pele e muito menos de doenças de coração. Ele tinha que ser forte. Hoje não, não precisamos ser fortes. As coisas são mais simples. Tenho fome vou ao supermercado, sinto frio compro uma blusa no shopping, preciso de um abrigo alugo uma casa. As pessoas não vivem mais em grupo porque não precisam mais das outras para sobreviver. Tudo se resume se temos dinheiro ou não. Fazemos tudo por dinheiro porque sem ele nós morremos. Essa é a vida que escolhemos: a evolução do homem moderno.



 Escrito por Mel às 11h13
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Saiba como lidar com o seu chefe

Encontrei esse artigo na internet. Você conhece ou conheceu alguns dos chefes abaixo? Se sim, veja como lidar com ele.

Coluna Gestão Pessoal - Dicas para sua carreira profissional

Incompetência gerencial em minha vida - Parte I
Por Roberto A. Santos

O Prof. Robert Hogan, psicólogo norte americano, especialista em Psicologia da Personalidade e Liderança que já citei em artigos anteriores, estima que 55% a 65% dos gestores são incompetentes. Obviamente, esta sua declaração foi amplamente rechaçada no início, mas quando as pessoas fazem suas próprias avaliações acabam por concordar com ele. Exceto por aqueles muito afortunados ou que ainda não tiveram muitos chefes.

De fato, costumamos encontrar muito mais literatura sobre as incompetências gerenciais do que o oposto. Atualmente, pode-se encontrar sites que permitem à comunidade das vítimas de "chefes-mala-sem-alça", trocarem dicas sobre como lidar com eles ou elas. Existem fóruns de discussão, dicas de leitura e até a possibilidade de um exorcismo virtual do chefe para deleite vingativo dos sofredores.

Numa postura científica, eu também fiz uma retrospectiva de minhas experiências com chefes diretos e indiretos, ao longo de minha carreira de 27 anos como empregado de grandes empresas. De fato, aquela estimativa do Dr. Hogan se confirmou. Eu também tive oportunidade de conhecer um número maior de incompetentes do que de bons líderes.

Certamente, aprendi muito com meus modelos positivos de liderança. No entanto, também recebi ótimos ensinamentos dos chefes-mala, valise ou sacola, alguns até sem fundo. Neste sentido, o exemplo negativo daqueles desprovidos de alça, também me ajudou muito a forjar meu estilo de liderança. Vamos começar com estes exemplos de incompetência didática:

1) Prá que mexer nisso se está funcionando...

Um de meus chefes costumava proferir essa típica frase assassina de idéias. Aquele que usa esta linguagem tem tendência a ser um "serial killer" de criatividade e das iniciativas de melhoria contínua por parte de seu pessoal. Muitas vezes, ele ou ela o faz por preguiça ou por insuficiência intelectual e técnica. Até o dia em que o mundo todo à sua volta deixar de funcionar para ele e tem que procurar outro emprego. Às vítimas deste "desalçado", meu conselho: não desanimem e continuem sugerindo, propondo e criando pois vocês acabarão encontrando terrenos mais permeáveis a sua energia criativa.

2) Se algo puder sair errado, certamente vai sair pior ainda...

Parodiando uma das famosas Leis de Murphy, o chefe que a segue, é acometido de ceticismo e pessimismo crônicos, tão arraigados, quanto aqueles da hiena "Hardy Har-Har" dos desenhos animados. Quem poderia se esquecer? "Oh Céus, Oh Dia, Oh Azar... Acho que isso não vai dar certo". O problema, neste caso, não é a preguiça ou a incompetência técnica, mas a preferência pela zona de conforto ilusória que acredita usufruir por não correr riscos. Geralmente, este chefe está sempre muito bem amparado por explicações inteligentes e técnicas de porque tudo não vai funcionar. Sofrem o pessimista e sua vítima. Esta, luta incessantemente para tentar provar que se acreditarmos e fizermos o melhor possível, algo pode dar muito certo. O chefe Hardy que não se desvencilha dessa postura negativa, acaba realizando a profecia de tudo realmente vai dar errado, mas em sua própria carreira.

3) Se o chefe lhe pedir feedback, cuidado!

Um de meus mestres negativos de gestão e liderança, certa vez, me pediu um feedback sobre uma apresentação que estávamos fazendo em conjunto. Imbuído da maior boa vontade e espírito construtivo, esmerei-me em dar-lhe um feedback simples, preciso, fundamentado do (pouco) que estava bom e sobre o que poderia melhorar. Para meu choque de neófito, ele retrucou que detestava feedbacks. Aprendizagem: se você não tiver certeza de que seu chefe definitivamente não seja um "mala", talvez seja melhor falar-lhe apenas o que espera ouvir. Com o tempo, todos os espelhos sociais o estarão enganando: "Sim! Você é o melhor chefe do reino!" até que algum rei o demova para bobo da corte.

4) Apoiar e estimular não significa evitar um "não" necessário...

Mesmo um de meus modelos de liderança positiva me ensinou por uma atitude negativa. Em sua ânsia de motivar e estimular as iniciativas e idéias, este chefe constantemente adiava decisões temendo um impacto negativo sobre minha motivação. Resultado, acabava gerando apenas dúvidas e frustrações. Precisamos muito mais de um "não" claro e bem fundamentado do que a falsa expectativa de uma aprovação que nunca vem, por mais bem intencionada que seja. Felizmente, esta pessoa era muito especial e, diferente do citado acima, e pôde receber e incorporar o feedback que lhe dei a esse respeito.

5) Cerque-se de sua patota para se proteger do chumbo grosso!

Outro mestre negativo que tive é daquele que muda de empresa e logo se cerca de sua patota para perpetuar a admiração comprada anteriormente em outras frentes. Seus fiéis e subservientes escudeiros tornam-se os olhos e ouvidos do rei, ainda que muitas vezes míopes ou com sua audição filtrada por aquilo que o chefinho gostaria de ouvir. Incompetentes são os chefes que não tentam aprender a trabalhar com as diferenças. Piores ainda são seus "capachos" que suportam todo o barro do outro - até que, em algum momento, a quadrilha se desfaça pela força externa.

6) Nunca compre o julgamento de uma pessoa vindo de outra.

Também aprendi com um de meus chefes incompetentes que nunca se deve assumir como verdade uma avaliação que ouvimos sobre uma terceira pessoa, por maior que seja a veracidade que se tenta transmitir. Quando alguém tenta nos "preparar" para lidar com alguém dito difícil, está apenas buscando cúmplices para sua incapacidade de se relacionar com a outra pessoa. Superando a tentação de assumir a visão pessoal de outros, damos uma chance real para um relacionamento positivo começar, sem as lentes distorcidas pela incompetência alheia.

Em minha vida profissional, devo uma palavra de gratidão a estes gestores incompetentes que ajudaram a formar meu conceito do que não deve ser um líder por sua exímia habilidade de desmotivar e estressar seus colaboradores. Como diz um amigo que adora trocadilhos: "Há males que vem parabéns!." No próximo artigo abordarei os modelos que me ajudaram positivamente a forjar meu estilo de liderança.

Roberto A. Santos é consultor com 28 anos de experiência em Recursos Humanos de organizações multinacionais de grande porte
Mais informações - clique aqui



 Escrito por Mel às 19h10
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Tique-taque

O relógio com seu tique-taque não pára. Cada minuto a ansiedade aumenta. Paro e penso: por que tem que ser assim? A resposta eu não sei. Isso me enlouquece. Tudo de uma hora para outra irá mudar. As horas passam rapidamente, mais um dia se vai. Chega o novo dia e o tique-taque está lá. No relógio da cozinha, do quarto, no relógio de pulso. Tique-taque, tique-taque, tique-taque...O mundo continua seu movimento e as horas se transformam em dias que se transformam em anos. Quanto tempo isso irá durar ninguém sabe. O tempo nos persegue em seu tique-taque incessante. A angustia de uma resposta, de uma lembrança e a própria angústia da angústia. O tique-taque não pára. Os minutos também. Ele nos lembra que estamos vivos, que amanhã poderemos não estar. Será que é para isso que serve o tempo? Estamos realmente de passagem? Nossa existência se resume a uma breve passagem por esse planeta? Quando nascemos está lá o tique-taque. Está lá para nos lembrar que é ele quem manda.



 Escrito por Mel às 12h06
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Teatro

Acho que vou começar o curso do Chico em novembro. Quero aprender escrever para teatro e também pretendo fazer um curso de atuação. Acho que isso vai me fazer bem. O teatro aproxima as pessoas. Preciso melhorar minha expressão corporal, me soltar mais. Me expor. Não que eu vá virar uma atriz ou uma autora, quero apenas aprender e conhecer pessoas novas. Pessoas que não me conhecem e não tem uma opinião formada sobre mim. Acho que o ano que vem promete. Prestar vestibular para Letras, fazer teatro e o curso de dramaturgia do Chico. Quero uma mudança significativa em minha vida. Espero ter disposição para tudo isso.

 Escrito por Mel às 12h35
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Redação Publicitária

Terminei o curso de Redação Publicitária. Muito legal desse tipo de redação. Gostaria de poder trabalhar com isso no futuro. Vou preparar meu portifólio. Quem sabe um dia eu consiga.

 Escrito por Mel às 12h25
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[Quem sou eu?]
Brasil, São Paulo - SP, Sudeste, Mulher, de 28 anos. Arte e cultura, cinema e vídeo, Radialista e Designer. Mineira de BH. Adoro ler, escrever e desenhar.


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Magrela


[Frase do Dia]
"Se uma idéia, à primeira vista, não parecer absurda, não existe razão para existir". Albert Einstein


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